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26 de março de 2011

No CLAC, em Londrina.

A família toda foi no encontro do GestaLondrina e a molecada se esbaldou na cama elástica! Aí a gente ficou pro espetáculo, que as crianças amaram demais também!

O ingresso era uma pulseira que brilhva no escuro!

E depois a gente foi comer no Arnaldo`s que tem um lanche simplão, mas gostoso pra caramba!

28 de janeiro de 2010

Que mulher prendada....!

Já faz tempo que eu quero falar sobre meus dotes... rs
Assim... eu não sou uma exímia dona de casa. Tarefas domésticas não são o meu forte. Nem tenho tempo pra isso, não dedico mesmo... Eu gosto de cozinhar e de mexer com água, então limpar banheiro, lavar quintal e fralda (rs) são tarefas que me apetecem.
Mas nem era exatamente sobre isso que eu queria falar. Eu sou o que se constuma chamar de "Mãe Verde".

Mãe Verde é a mãe que tem alguma consciência ecológica e eu posso não fazer TUDO, mas eu sei que faço a minha parte:
- Passo pano na casa, lavo quintal e até banheiro ou cozinha, com a água que sai da máquina de lavar roupa.
- Devolvo a água que sai da máquina (o último balde) pra máquina e uso na próxima lavagem.
- Separo meu lixo para reciclagem.
- Guardo o óleo usado e entrego na reciclagem também.
- Limpo a casa sem produtos químicos pesados, na maiora da vezes é só com água mesmo.
- Uso fralda de pano na Luiza. Bem menos do que eu gostaria, por que as minhas perderam o velcro.
- Seleciono os materias que acho inadequados na lista de material escolar. Não compro copo descartável, por exemplo.
- O mesmo se aplica para festas em casa, nada de material descartável.
- Pelo menos uma vez por semana comemos sem nenhum tipo de carne.
- Pelo menos uma vez por semana comemos proteína de soja (um certo tipo de carne...rs)
- Evitamos lanches industrializados, sobretudo os lanches de intervalo de refição das crianças, então aqui a gente come muita fruta.
- Eu faço o molho de tomate, o hamburger (quase nunca comemos), o iogurte e o cream cheese que consumimos. Tentei fazer leite fermentado, mas não gostei nadica do gosto...
- Açúcar em bolos e doces, é açúcar mascavo ou melado.
- Eu só cozinho com panela tampada, por que cozinha mais rápido e gasta menos gás.
- Eu faço uns 80% das minhas tarefas á pé.
- Eu reutilizo muitas coisas, não jogo fora simplesmente. Ou dou novo uso em casa ou dou pra alguém. Ou vendo até!

Minhas metas:
- Plantar temperos em vasinhos.
- Arrumar as fraldas de pano.
- Comprar uma 'cisterna" pra guardar mais água da máquina e da chuva e não precisar sair correndo quando a máquina solta água! rs
- Fazer compostagem (tratar o lixo orgânico).

Taí a prova do cream cheese e do "leite fermentado" ruim!

19 de maio de 2009

17/05/09

Eu, Luiza e a PP no "O Diário Maringá'.
Por uma nova forma de gerar!
A preferência deve ser pelo parto normal.
Elaine Utsunomiya

Os avanços tecnológicos que permitem a realização de cirurgias cada vez mais precisas dão a falsa sensação de que a cesárea é um procedimento sem qualquer risco.
A comodidade de poder escolher o dia do parto, o medo da dor e os muitos mitos infundados que assombram as gestantes levam as mulheres a descartar a forma mais natural de dar à luz.
O que as gestantes ignoram é que a cesárea, como qualquer intervenção cirúrgica de porte semelhante implica em uma série de riscos tanto para as mães, os bebês e em futuras gestações. É essa a tônica da Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento 2009, que terminou na última sexta-feira e teve como slogan “Diga não à cesárea desnecessária!”.
Em Maringá, a semana - que terminou no sábado - foi marcada por uma exposição de fotos de mulheres da cidade e região no momento do nascimento dos filhos, por meio de parto normal ou ativo.“Felizmente a cesárea existe, mas deveria ser um recurso utilizado apenas nos casos indicados, como por exemplo, em havendo risco de vida à mãe ou ao bebê, sendo uma exceção e não uma regra”, diz a doula Patrícia Merlin, coordenadora da exposição e integrante da Rede Parto do Princípio, que promoveu exposições simultaneamente em várias cidades brasileiras, para estimular a amentação na primeira hora de vida, o parto humanizado e o fortalecimento do vínculo afetivo entre mãe e filho.

Cesárea também dói”
http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/217253

“É uma ilusão achar que só o parto normal é dolorido. O parto cirúrgico também provoca dor”, diz a doula Patrícia Merlin, mãe de Pedro, 5, que nasceu por meio de cesárea e de Luiza, 10 meses, parto natural.
Segundo ela, que também coordenou a exposição de fotos em alusão à Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento, quando o parto transcorre sem complicações, a mulher vivencia uma das experiências mais profundas e plenas da vida e o vínculo com o bebê se consolida mais facilmente.“Logo que a Luiza nasceu, eu a acolhi sob os braços e olhei para o rostinho dela. Isso fortalece o vínculo. Com o Pedro foi a mesma coisa, mas nem todas as mães submetidas à cesárea e que ganham o filho no hospital tem essa oportunidade, pois os bebês são levados pelo pediatra”.
Além dos riscos do parto cirúrgico (veja mais no quadro ao lado), Patrícia destaca a diferença entre o tempo de recuperação dos procedimentos. “No parto ativo eu já caminhava no dia seguinte e na cesárea, ainda sentia dores (nos locais dos pontos) um, dois meses após a cirurgia”.
Mais do que retomar a rotina mais cedo ou poder abraçar e dar de mamar ao bebê, logo após o nascimento, o parto humanizado - que é preconizado pela Rede Parto do Princípio - é dar liberdade de escolha.“É preciso levar informações para as gestantes decidirem onde ter o bebê, qual acompanhante quer ao lado na hora do trabalho de parto e no parto, liberdade de movimentação antes do parto e em que posição é melhor na hora do nascimento”, finaliza.
Saiba mais
Parto do Princípio é uma rede de mulheres, consumidoras e usuárias do sistema de saúde brasileiro, que oferece informações sobre gestação, parto e nascimento baseadas em evidências científicas e recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Conta hoje com mais de 300 pessoas trabalhando voluntariamente, em 16 Estados e no Distrito Federal, na divulgação dos benefícios do parto ativo;
Em Maringá, o trabalho é coordenado por Patrícia Merlin. Ela procura um espaço para a realização de reuniões quinzenais ou semanais para orientar gratuitamente mulheres que pretendem engravidar ou estão grávidas sobre os benefícios do parto natural;
Normal X Cesárea
* Riscos da cesárea para a mãe: maior risco de morte materna em decorrência da cirurgia (2,8% maior na cesariana eletiva - realizadas antes do trabalho de parto - quando comparada ao normal). Maior chance de desenvolver infecção e depressão pós-parto.
* Riscos da cesárea para o bebê: contato tardio com a mãe, maior probabilidade de desenvolver asma, bem como de fracasso no aleitamento materno.
* Riscos da cesárea para gestações futuras: aumento da taxa de infertilidade, maior possibilidade de ruptura uterina e descolamento da placenta.
* O que se critica não é o método em si, mas o uso indiscriminado.
* A princípio, a cesariana é indicada para todos os casos em que o parto normal represente um risco para o bebê ou para a mãe.
* Os benefícios do parto normal são inúmeros, tanto para a mãe como para o bebê. Vão desde a uma melhor recuperação da mulher e redução dos riscos de infecção hospitalar até a uma incidência menor de desconforto respiratório do bebê - sem contar que as despesas são menores, por conta do tempo de internação.
* No Brasil, existe o mito de que após a realização de uma cesárea as mulheres não podem ter um parto normal. Isso ocorre pela falta de informação, tanto das gestantes quanto de profissionais de saúde não treinados para acompanhar um parto normal em mulheres que já tenham passado por essa cirurgia.
* 79,7% dos partos no setor privado são cesarianas. Já no setor público, a taxa é menor, de 27,5%, ainda assim, o dobro do recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), segundo dados do Ministério da Saúde.

18 de maio de 2009

09/05/09


Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento, uma Iniciativa da Alliance Francophone pour l’Accouchement Respecté (AFAR) desde 2004 .

Este ano o tema abordado será “O aumento das taxas de cesáreas no mundo”, e o slogan original da Parto do Princípio não poderia ser mais adequado: “Pelo fim das cesáreas desnecessárias, por uma nova forma de gestar, parir e nascer”.
A exposição visa incentivar a escolha segura e consciente da via de parto, preservando o vínculo afetivo mãe e filho, a amamentação na primeira hora de vida e o parto humanizado. Além de cerca de 30 fotos e seus cartões explicitando os mitos que rondam o parto em questão e que seriam motivo para uma cesárea possivelmente mal indicada , usaremos banners para divulgar a Rede, expôr os riscos da cesárea para mãe e o bebê, e atentar para altas taxas de cesárea nos hospitais brasileiros.
Local: Hall da Cliniprev - Rua Vereador Primo Monteschio, 460 / Zona 02 / Maringá / PR
Data: 11 à 16 de maio de 2009
Horário: durante o funcionamento da clínica Obs. A exposição acontecerá simultaneamente em várias cidades.