Não foi um plano, embora tenha sido um desejo, mas eu estou grávida!
Por isso, fica o conselho: cuidado com o que desejam!
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30 de junho de 2011
Essa família vai aumentar!
25 de fevereiro de 2011
Esta foi a ultima vez que eu carreguei a Luiza no sling...
e por incrivel que pareca acho que esta e uma das unicas fotos dela dentro dele, embora ela tenha passado muito tempo da sua vidinha assim, colada em mim!
Tem ela pequininha aqui: http://pedroeluiza.blogspot.com/2008/11/sling.html
25 de maio de 2009
24/05/09
10 meses de Luiza.
Ela completou 10 meses e comemorou com o retorno da febre!
Explico: Luiza teve seus primeiros epsódios febris semana passada.
Começaram na sexta-feira e se estenderam até a quarta. Sempre à noite, perto da hora de dormir e seguiam durante a madrugada. Ela ficou chatinha, sem fome, chorona.
De terça pra quarta teve o maior pico de temperatura, mais de 40 graus. E eu só no procedimento padrão: banho, hidratação, peito. Dei anti térmico algumas vezes, principalmente neste dia de febrona.
Aí passou. Ela começou a querer comer de novo e ficou mais boazinha. E hoje ela voltou a ter uma febrinha na hora de dormir.
Temos quase certeza que é dente nascendo, por que ela mexe na boca e baba muito.
Ela completou 10 meses e comemorou com o retorno da febre!
Explico: Luiza teve seus primeiros epsódios febris semana passada.
Começaram na sexta-feira e se estenderam até a quarta. Sempre à noite, perto da hora de dormir e seguiam durante a madrugada. Ela ficou chatinha, sem fome, chorona.
De terça pra quarta teve o maior pico de temperatura, mais de 40 graus. E eu só no procedimento padrão: banho, hidratação, peito. Dei anti térmico algumas vezes, principalmente neste dia de febrona.
Aí passou. Ela começou a querer comer de novo e ficou mais boazinha. E hoje ela voltou a ter uma febrinha na hora de dormir.
Temos quase certeza que é dente nascendo, por que ela mexe na boca e baba muito.
29 de abril de 2009
28/04/09
Eu sou uma mãe chata.
Eu devo dizer que com Pedro eu sento pra brincar, eu invento atividade, mas não gosto de bagunça, nem das bobeirices típicas da idade.
Com Luiza eu sou mais afetiva, mais atenciosa, por que eu gosto de bebê.
O Pedro já teve isso e ela vai passar pela fase do 'estranhamento' que eu tenho com crianças de 4 a 7 anos. Confesso: não gosto mesmo.
Mas nem é desse "ser chata" que eu quero falar.
Eu falo de um âmbito maior, das coisas que eu ensino pra eles, pra que eles possam sair de casa e vivenciar o mundo.
Eu ensino a não jogar papel no chão, a pedir licença, a falar obrigado, a não estragar o que é público, esperar a sua vez, essas coisas...
E eu fico PASSADA quando levo meus filhos em algum lugar e as outras crianças não respeitam certas regras, mesmo tendo os pais por perto.
Aconteceu num domingo desses: levamos o Pedro pra comer no Mc Donald's e ele quis brincar no brinquedão que tem no pátio. A regra é simples: crianças de 4 a 12 anos, desde que não passem de 1,20m tem entrada permitida. Se você tem menos de 3 anos e mais de 1,20m, não pode brincar.
Já quando chegamos eu avisei: você aproveita, por que da próxima vez que a gente vier aqui, é provável que você não possa brincar, por que você quase já tem o tamanho máximo.
Pois foi um desfile de criança grande naquele brinquedão. E o pior e que os pais estavam ali e não falaram nada. E muito pior foi um casal cuja filha devia ter uns 6 anos e estava indignada que os grandes estava invadindo, orientando-a a "não se meter". Como assim, não se meter? Ela não estava se metendo, ela estava falando do direito DELA!
Bela maneira de ensinar cidadania!
Eu fiquei um tempo olhando até onde ia aquilo e depois entrei pra falar com o gerente. Só avisei que tinha criança maior lá dentro e esperei pra ver o que acontecia. Ele mandou um menino da loja (devia ter uns 17 anos), pra tirar quem não tivesse tamanho. O pamonha ficou parado na porta, segurando os pequenos pra medir, enquanto os maiores passavam correndo na frente dele. Até que ele barrou uma menina de uns 4 anos e ela botou a boca no mundo de tanto chorar e a gente (os pais menos alienados) começou a ajudar o funcionário da loja a colocar ordem naquela bagunça.
As crianças grandes tinham a cara de pau de reclamar, de abaixarem no medidor pra parecerem menores, de passarem correndo como se não estivessem vendo o que estava acontecendo, nem ouvindo que estavam sendo chamadas.
Só faltou os pais de um deles levantar e reclamar da "injustiça"...
Olha... Definitivamente eu não sou deste mundo!
Eu devo dizer que com Pedro eu sento pra brincar, eu invento atividade, mas não gosto de bagunça, nem das bobeirices típicas da idade.
Com Luiza eu sou mais afetiva, mais atenciosa, por que eu gosto de bebê.
O Pedro já teve isso e ela vai passar pela fase do 'estranhamento' que eu tenho com crianças de 4 a 7 anos. Confesso: não gosto mesmo.
Mas nem é desse "ser chata" que eu quero falar.
Eu falo de um âmbito maior, das coisas que eu ensino pra eles, pra que eles possam sair de casa e vivenciar o mundo.
Eu ensino a não jogar papel no chão, a pedir licença, a falar obrigado, a não estragar o que é público, esperar a sua vez, essas coisas...
E eu fico PASSADA quando levo meus filhos em algum lugar e as outras crianças não respeitam certas regras, mesmo tendo os pais por perto.
Aconteceu num domingo desses: levamos o Pedro pra comer no Mc Donald's e ele quis brincar no brinquedão que tem no pátio. A regra é simples: crianças de 4 a 12 anos, desde que não passem de 1,20m tem entrada permitida. Se você tem menos de 3 anos e mais de 1,20m, não pode brincar.
Já quando chegamos eu avisei: você aproveita, por que da próxima vez que a gente vier aqui, é provável que você não possa brincar, por que você quase já tem o tamanho máximo.
Pois foi um desfile de criança grande naquele brinquedão. E o pior e que os pais estavam ali e não falaram nada. E muito pior foi um casal cuja filha devia ter uns 6 anos e estava indignada que os grandes estava invadindo, orientando-a a "não se meter". Como assim, não se meter? Ela não estava se metendo, ela estava falando do direito DELA!
Bela maneira de ensinar cidadania!
Eu fiquei um tempo olhando até onde ia aquilo e depois entrei pra falar com o gerente. Só avisei que tinha criança maior lá dentro e esperei pra ver o que acontecia. Ele mandou um menino da loja (devia ter uns 17 anos), pra tirar quem não tivesse tamanho. O pamonha ficou parado na porta, segurando os pequenos pra medir, enquanto os maiores passavam correndo na frente dele. Até que ele barrou uma menina de uns 4 anos e ela botou a boca no mundo de tanto chorar e a gente (os pais menos alienados) começou a ajudar o funcionário da loja a colocar ordem naquela bagunça.
As crianças grandes tinham a cara de pau de reclamar, de abaixarem no medidor pra parecerem menores, de passarem correndo como se não estivessem vendo o que estava acontecendo, nem ouvindo que estavam sendo chamadas.
Só faltou os pais de um deles levantar e reclamar da "injustiça"...
Olha... Definitivamente eu não sou deste mundo!
24 de março de 2009
25/02/09
Rotina da Luiza.
A Luiza tinha uma certa rotina, estabelecida por ela mesma. Era uma rotina boa, que se encaixava na minha de forma satisfatória. Mas com o final das férias do Pedro e eu querendo colocar algumas atividades minhas em dia, decidi mexer um pouco no dia a dia dela.
Com a ajuda da Kelly, que ajustou a rotina do Caio lindamente, eu comecei a ajustar os horários de sono, comidinhas, passeios e etc. E foi lindo nas primeiras 2 semanas. Ela parecia um reloginho, acordando e dormindo nas mesmas horas. Duas horas de sono pela manhã e mais duas à tarde.
Mas foi só o Pedro começar na escola e a menina ficou toda mexida. Parece que sentia falta dele. Até o sono noturno ficou bagunçado. E isso mexeu com o resto da rotina, por que se ela acorda de noite, eu durmo mal e acordo mais tarde, o que acaba mudando a rotina dela durante o dia...
Na verdade, mudam os horários, mas a rotina fica a mesma.
Fotografei um dia típico dela:
6h - Acorda, mama e dorme de novo.
8h - Acorda.
8:40h - Sol no quintal.
9:10h - Suco.
9:30h - Brincadeira.
A Luiza tinha uma certa rotina, estabelecida por ela mesma. Era uma rotina boa, que se encaixava na minha de forma satisfatória. Mas com o final das férias do Pedro e eu querendo colocar algumas atividades minhas em dia, decidi mexer um pouco no dia a dia dela.
Com a ajuda da Kelly, que ajustou a rotina do Caio lindamente, eu comecei a ajustar os horários de sono, comidinhas, passeios e etc. E foi lindo nas primeiras 2 semanas. Ela parecia um reloginho, acordando e dormindo nas mesmas horas. Duas horas de sono pela manhã e mais duas à tarde.
Mas foi só o Pedro começar na escola e a menina ficou toda mexida. Parece que sentia falta dele. Até o sono noturno ficou bagunçado. E isso mexeu com o resto da rotina, por que se ela acorda de noite, eu durmo mal e acordo mais tarde, o que acaba mudando a rotina dela durante o dia...
Na verdade, mudam os horários, mas a rotina fica a mesma.
Fotografei um dia típico dela:
6h - Acorda, mama e dorme de novo.
8h - Acorda.
18 de novembro de 2008
Sling.
Sling.
Eu ganhei o sling que eu tenho há uns 3 anos, da Bettina.
A idéia era que eu usasse este sling para fazer propaganda com as mulheres que eu acompanho no Gesta. Na época o Pedro já tinha mais de 2 anos e quase 20 quilos. Até dava pra carregar, mas ele nunca foi de querer colo...
A Luiza usa este mesmo sling desde que nasceu. Acho que usei com ela na primeira semana e não parei mais. No começo as pessoas estranhavam, mas agora, no bairro, no mercado, nos lugares onde sempre vamos, ninguém mais estranha.
Já me fizeram muita pergunta sobre o sling:
- Não dói?
- Não machuca ela?
- Vocês são brasileiros?
- O pescoço não fica torto?
- Não sufoca?
- Ela gosta?
Curioso é que quase sempre ela está dormindo ou acordada e com a cara mais feliz do mundo...
Pra quem não conhece o sling, nunca viu ou pensa que é coisa de gente esquisita, assista a matéria que rolou no Mais Você...
Tem sling sendo feito em tudo que é lugar.
Carla - Curitiba
Lili - Vitória da Conquista
Bettina - Gramado
Marília - Londrina
Analy - São Paulo
Mariana - Recife
Eu ganhei o sling que eu tenho há uns 3 anos, da Bettina.
A idéia era que eu usasse este sling para fazer propaganda com as mulheres que eu acompanho no Gesta. Na época o Pedro já tinha mais de 2 anos e quase 20 quilos. Até dava pra carregar, mas ele nunca foi de querer colo...
A Luiza usa este mesmo sling desde que nasceu. Acho que usei com ela na primeira semana e não parei mais. No começo as pessoas estranhavam, mas agora, no bairro, no mercado, nos lugares onde sempre vamos, ninguém mais estranha.
Já me fizeram muita pergunta sobre o sling:- Não dói?
- Não machuca ela?
- Vocês são brasileiros?
- O pescoço não fica torto?
- Não sufoca?
- Ela gosta?
Curioso é que quase sempre ela está dormindo ou acordada e com a cara mais feliz do mundo...
Pra quem não conhece o sling, nunca viu ou pensa que é coisa de gente esquisita, assista a matéria que rolou no Mais Você...
Tem sling sendo feito em tudo que é lugar.
Carla - Curitiba
Lili - Vitória da Conquista
Bettina - Gramado
Marília - Londrina
Analy - São Paulo
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